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STF autoriza investigação contra deputada federal do AP por omissão de despesas

Jozi Rocha não teria prestado contas sobre aluguel de veículos e abertura de comitês durante campanha eleitoral de 2014. Defesa nega denúncias apresentadas pela PGR.

 
 -  Casos teriam acontecido em 2014, quando Jozi foi eleita  Foto: Abinoan Santiago/ Arquivo G1
Casos teriam acontecido em 2014, quando Jozi foi eleita Foto: Abinoan Santiago/ Arquivo G1

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de investigação para apurar conduta irregular da deputada federal pelo Amapá, Jozi Araújo (Podemos). Segundo relatório da Procuradoria-Geral da República (PGR) a parlamentar teria ocultado e não declarado gastos com despesas na campanha eleitoral de 2014, quando concorreu à Câmara.

As alegações da PGR se baseiam em denúncias feitas por fontes sigilosas que apresentaram mídias apontando que a deputada contratou cinco veículos para a campanha eleitoral, e teria prestado contas de somente dois. Em outra denúncia, Jozi teria aberto quatro comitês no estado em 2014, mas, segundo a Procuradoria, declarou nas contas apenas um.

O G1 tenta contato com a deputada, mas não obteve resposta das solicitações. Durante manifestação no processo, a defesa de Jozi justificou que as imputações são inverídicas, e que todos os gastos com a campanha foram declarados.

Sobre os veículos, a parlamentar explicou que as três vans supostamente não declaradas, não foram contratadas por ela para a jornada eleitoral. A respeito dos comitês, sustentou que inaugurou apenas um no município de Santana, a 17 quilômetros de Macapá, reduto da deputada.

Ministro Dias Toffoli autorizou investigação de denúncias (Foto: Reprodução/TV Justiça) Ministro Dias Toffoli autorizou investigação de denúncias (Foto: Reprodução/TV Justiça)

Ministro Dias Toffoli autorizou investigação de denúncias (Foto: Reprodução/TV Justiça)

Ainda nas investigações repassadas anonimamente à PGR, há a criação de um site para cadastro de líderes de campanha no valor de R$ 4 mil, também não declarados à Justiça Eleitoral. A defesa explicou no processo que houve a proposta, mas ela não se concretizou por falta de recursos.

As mídias apresentadas contém evidências da ausência de prestação de contas. Nas imagens analisadas pela Procuradoria foi possivel identificar os trabalhos de campanha em mais de um comitê, além de anexada a documentação dos três veículos alugados e não declarados.

Na decisão, o ministro Dias Toffoli determinou o levantamento das informações e que os fatos retratados são passíveis de investigação. Pede ainda a localização dos comitês e a oitiva dos proprietários dos veículos supostamente alugados por Jozi Araújo.

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