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POLÍTICA

DEM cobra espaço para seguir na aliança com Taques em 2018

 
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O ex-senador Júlio Campos disse que o Democratas (DEM), partido do qual é uma das principais lideranças em Mato Grosso, não irá “abrir mão de seu quinhão” nas eleições de 2018. Campos afirmou que a sigla continuará a honrar seu compromisso de “ajudar” o governador Pedro Taques (PSDB) em sua governabilidade.

Porém, não abre mão de uma candidatura majoritária no pleito do próximo ano “seja para vice-governador, senador ou até mesmo governador”. “Até salvo em contrário, temos um compromisso com o atual governo. Neste primeiro mandato fizemos uma parceria. A nossa pretensão é que tenhamos nosso quinhão no processo de 2018. Temos que ver novas bases. O DEM [nacional] vai exigir a participação de um filiado do DEM na chapa majoritária, quer seja de senador, de vice-governador e até de governador se for necessário. É uma decisão do DEM nacional. Estamos trabalhando numa adesão muito forte de políticos aqui em Mato Grosso”, disse Júlio Campos.

As declarações foram dadas durante entrevista à edição do Jornal do Meio Dia desta quarta-feira (4). Sobre um eventual cenário de lançar Mauro Mendes ao governo do Estado caso se confirme a adesão ao DEM do ex-prefeito de Cuiabá – que ao lado de caciques do PSB, como o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT), Eduardo Botelho, está de saída do partido em Mato Grosso -, Júlio Campos disse que na “política tudo é possível” e que a agremiação também possui outros nomes que poderiam pleitear pela disputa, como o seu irmão e ex-governador, Jayme Campos (DEM).

“Em política tudo é possível. Não sabemos se o próprio Governador vai disputar uma reeleição. Até aqui é candidato. Temos também o deputado Sachetti [PSB], o ex-governador Jayme Campos, que é sempre lembrado para uma chapa majoritária. Eu acredito que nós queremos continuar juntos. A partir de maio é que nós vamos ter uma definição. Não sabemos como vai ser o processo eleitoral de 2018”, disse o ex-senador.

Júlio Campos também comentou a cassação de sua cunhada, a prefeita de Várzea Grande Lucimar Campos (DEM), condenada pelo juiz da 20ª Zona Eleitoral, Carlos Rondon Luz, por captação ilícita de sufrágios (compra de votos), na última terça-feira (3). A decisão, que ainda cabe recurso, foi classificada pelo ex-senador como “falta de bom senso”.

“Todo e qualquer processo eleitoral é preocupante porque cada juiz é uma sentença. Cabe à prefeita recorrer ao Egrégio Tribunal Regional Eleitoral. Não houve compra de voto, pois a prefeita não estava na reunião onde a Justiça aponta que isso ocorreu. Então o juiz precisa ter mais bom senso, mais equilíbrio. Ele é um pouco novo no cargo talvez. Mas tem que ser respeitado”.


folha max

 

 

 

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