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Viaduto do Coqueiro, em Belém, será interditado para obras

Interdição ocorre partir de segunda, 16, para a conclusão da obra do prolongamento da Avenida João Paulo II.

 

O viaduto do Coqueiro será interditado parcialmente, a partir na próxima segunda-feira (16), para a conclusão da obra do prolongamento da Avenida João Paulo II. Para que a operação seja executada de modo a minimizar os transtornos à população, foi montado um plano de mobilidade que interditará parte do viaduto e que inverterá o sentido do trânsito, de acordo com horários de pico.

A operação foi montada pelo Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM), órgão do Estado executor da obra, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Maia Melo, gerenciadora da obra, e a Camargo Corrêa, construtora responsável pelo prolongamento da avenida. Para reduzir os congestionamentos os trabalhos serão divididos em duas fases.

Na primeira, a interdição se dará da seguinte maneira: de meia-noite às 15h, no sentido Belém-Cidade Nova, os motoristas deverão passar do viaduto e fazer o retorno na rodovia BR-316 após a Unimed, e entrar à direita para acessar a rodovia Mário Covas. Já quem vier da Cidade Nova em direção à Marituba poderá subir o viaduto normalmente (que estará com meia pista liberada) para acessar a BR-316.

A partir das 15h, o sentido do tráfego da meia pista liberada será invertido. Quem vier da Cidade Nova em direção à Marituba deverá pegar a BR- 316 em direção a Belém e fazer o retorno no semáforo localizado em frente ao Hospital Metropolitano. Quem estiver trafegando no sentido Belém-Cidade Nova deverá subir o elevado, normalmente. Essa primeira fase da operação vai até o dia 26 de outubro.

Na segunda fase, que será colocada em prática de 27 de outubro a 6 de novembro, o acesso para os condutores que vierem de Belém em direção à Cidade Nova continuará sendo por meio do retorno na rodovia BR-316, após a Unimed. Já o acesso de quem vem da Cidade Nova para Marituba poderá ser feito por meio do viaduto normalmente, em todos os horários, pois a quarta pétala implantada estará liberada para esse movimento.

A partir do dia 7 de novembro o viaduto estará totalmente liberado. Assim, o viaduto completo permitirá todos os movimentos de retornos e acessos, o que eliminará a mão dupla até então existente na terceira pétala, dos movimentos: Cidade Nova-Marituba e Belém – Cidade Nova. Ou seja, a nova pétala será usada por quem trafegar no sentido Cidade Nova para Marituba.

A diretora executiva do NGTM, Marilena Mácola, explica que o plano de engate da nova pétala do elevado se deu desta maneira para permitir a fluidez do tráfego no viaduto, ainda que de forma mais contida “O ideal para a velocidade da obra seria a interdição total do viaduto de forma a executar o engate em menor tempo. Porém, iríamos causar um colapso na BR que, devido ao esgotamento de sua capacidade, não suportaria absorver todo o tráfego da intercessão da BR com a Rodovia Mario Covas.”, detalha.

Mobilidade

A nova avenida será uma via metropolitana de duas pistas para tráfego geral, cada uma com 10,5 metros de largura, dividida em três faixas de tráfego com 3,5 metros cada. Na maior parte de seu comprimento, com 2,5 metros de acostamento, 2,5 metros para ciclovia bidirecional, dois metros de calçada do lado esquerdo e 1,2 metro do lado direito. A via será separada por canteiro central, que terá largura variável. A nova via possuirá acostamentos, ciclovias e calçadas, respeitando os preceitos legais de acessibilidade. Também contará com drenagem, iluminação pública e monitoramento de segurança. Sete passarelas para pedestres serão implantadas ao longo da via, às proximidades dos seis pares de pontos de ônibus urbanos. Toda a obra terá 4,7 quilômetros.

O projeto prevê duas pontes, uma (com 176 metros) a 60 metros da Passagem Mariano, transpondo a ponta do Lago Bolonha, e a outra (com 224 metros) a 30 metros da Rua da Pedreirinha, transpondo a ponta do Lago Água Preta. As pontes têm estrutura mista, em metal e concreto, e foram projetadas de modo a não causarem interferência aos lagos.

O processo de montagem também foi pensado de forma diferenciada, elas foram armadas em terra, no pátio de empurre, para então serem movimentadas para sua locação definitiva. Isso fez com que as atividades antecessoras fossem realizadas “offshore” (fora do canteiro de obra). Com essas medidas e tecnologias adotadas, caiu para praticamente zero o impacto ambiental sobre os lagos Bolonha e Água Preta.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326

 

 

 

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