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BRASIL - Denúncia contra Temer busca criminalizar atividade política, diz Carnelós

 
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O advogado de defesa do presidente Michel Temer, Eduardo Carnelós, afirmou que a peça acusatória apresentada pela Procuradoria-Geral da República é ‘inepta’ e deve ser rejeitada pelos deputados

ADAC528 BSB – 10/10/2017 – CCJ / RELATÓRIO DENUNCIA – POLÍTICA – O advogado de defesa do presidente Temer Dr Eduardo Carnelós (a direita) faz a defesa do presidente ao lado do relator da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), ao lado do presidente da CCJ deputado Rodrigo Pacheco, apresenta o seu relatório sobre a matéria na Câmara dos Deputados, em Brasilia.
FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADAO

Igor Gadelha e Daiene Cardoso, Broadcast

BRASÍLIA – Advogado de defesa do presidente Michel Temer, Eduardo Carnelós afirmou nesta terça-feira, 10, em discurso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, que a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra seu cliente tem como “vértice” a criminalização da atividade política. Para ele, a peça acusatória é “inepta” e deve ser rejeitada pelos deputados, pois não apresenta provas, a não ser a palavra de delatores.

“A denúncia apresentada nos termos que se deu é libelo contra a democracia representativa. Ela tenta imputar a homens que dedicaram vidas à política a prática criminosa”, afirmou Carnelós. Além de Temer, a PGR denunciou os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência). Os três foram denunciados por organização criminosa. Temer, por sua vez, foi denunciado também sozinho por obstrução de Justiça.

O advogado de defesa do presidente Temer, Eduardo Carnelós, durante sessão da CCJ na Câmara Foto: André Dusek
O advogado questionou a falta de provas da denúncia apresentada pelo ex-procurador-Geral da República Rodrigo Janot, que deixou o cargo em 17 de setembro. “Será respeitoso acusar o presidente da República com base em denúncia sem provas, a não a ser a palavra de malfeitores confessos. Será isso respeitoso?”, declarou Carnelós em seu discurso, ressaltando ainda que os fatos narrados aconteceram antes de Temer assumir a presidência da República.

Veja como foi a leitura do parecer na CCJ

A defesa afirmou que, para “escapar” de punições que seriam impostas pelo Ministério Público, os donos do grupo J&F, que controla o frigorífico JBS, se dispuseram a atender às pretensões de Janot. O advogado negou, porém, que esteja fazendo ataques pessoais a figura de Janot. “A defesa atacou e o faz novamente os métodos sórdidos usados usados por vossa excelência. E os métodos tem de ter qualificados”, afirmou.

Presidente da comissão rejeita fatiar denúncia contra presidente e ministros

Carnelós ainda elogiou o relator da denúncia na CCJ, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que apresentou parecer pela rejeição da denúncia contra Temer e ministros. Citando passagem bíblica, o advogado afirmou que o relator “seguiu os ensinamentos de Cristo”. “Vossa excelência não se intimidou, como ninguém duvidou. Vossa excelência os tratou como merecem ser tratados”, disse.

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