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Bolsa Permanência esta com inscrições abertas para ajuda financeira a alunos indígenas e quilombolas

A verba é paga diretamente pelo MEC, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE , por meio de um cartão de benefício.

 
 -  As inscrições do Bolsa Permanência vão até o dia 28 de Setembro  Foto: Divulgação/UFPA
As inscrições do Bolsa Permanência vão até o dia 28 de Setembro Foto: Divulgação/UFPA

O Programa Bolsa Permanência (PBP), do Ministério da Educação está com inscrições abertas para o segundo semestre até o dia 29 de setembro, para alunos das comunidades indígenas e quilombolas matriculados em Instituições de Ensino Superior. Os estudantes interessados em participar do processo seletivo devem se inscrever pelo site do MEC. Os candidatos à bolsa precisam anexar toda a documentação solicitada para a comprovação do seu pertencimento a comunidades indígenas ou quilombolas, registros que podem ser obtidos, respectivamente, na Fundação Nacional do Índio (Funai) e na Fundação Cultural Palmares.

O valor da bolsa, estabelecido pelo MEC em R$ 900, é calculado com relação à organização social das comunidades, à condição geográfica, aos costumes, às línguas, às crenças e às tradições, amparadas pela Constituição Federal. A verba é paga diretamente pelo MEC, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), por meio de um cartão de benefício.

“O Bolsa Permanência atende a 6.800 alunos indígenas e quilombolas. A nossa expectativa com essa nova inscrição é de que outros mil estudantes entrem no PBP”, informa, Antônio Corrêa, coordenador do Sesu.

A Bolsa Permanência é um auxílio financeiro que tem por finalidade minimizar as desigualdades sociais e contribuir para a permanência e a diplomação dos estudantes de graduação em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Seu valor, estabelecido pelo Ministério da Educação, é equivalente ao praticado na política federal de concessão de bolsas de Iniciação Científica, atualmente de R$ 400,00 (quatrocentos reais).

Para os estudantes indígenas e quilombolas, será garantido um valor diferenciado, R$ 900, em razão de suas especificidades com relação à organização social de suas comunidades, à condição geográfica, aos costumes, às línguas, às crenças e às tradições, amparadas pela Constituição Federal. Atualmente 87 instituições de ensino aderem ao programa.

  • Belém

 

 

 

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