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Falta de chuva faz Represa Bortolan '''virar deserto''' em Poços de Caldas, MG

Em alguns pontos, dá até para caminhar por onde antes tinha água; comerciantes reclamam de queda do turismo.

 
 -  Queda do nível da represa, deixa Bortolan parecendo deserto em Poços de Caldas  Foto: Reprodução EPTV
Queda do nível da represa, deixa Bortolan parecendo deserto em Poços de Caldas Foto: Reprodução EPTV

A Represa Bortolan, em Poços de Caldas (MG), também sofre com a falta de chuvas. Em alguns pontos, onde havia água, hoje só tem galhos e vegetação. Sem a água, o turismo também vem sendo afetado e no comércio, a queda no movimento já chega à metade.

Em alguns pontos, dá até para caminhar por onde antes tinha água. O solo e a vegetação estão tão secos, que lembram mais um sertão. Água mesmo só no rio, que corre no meio.

"Dá tristeza ver a represa como está. Quando está cheia você vem, tira voto, agora não compensa, está muito vazia", disse o motorista Rômulo Teixeira.

Nesta semana, a represa está marcando dois metros abaixo do nível normal. Mas, segundo a assessoria do Departamento Municipal de Eletricidade (DME), que monitora o local, a tendência é cair se não chover.

Queda do nível da represa, deixa Bortolan parecendo deserto em Poços de Caldas (Foto: Reprodução EPTV) Queda do nível da represa, deixa Bortolan parecendo deserto em Poços de Caldas (Foto: Reprodução EPTV)

Queda do nível da represa, deixa Bortolan parecendo deserto em Poços de Caldas (Foto: Reprodução EPTV)

O Instituto Somar de Meteorologia registrou até setembro 844 milímetros de chuva em Poços de Caldas, 23% a menos que no mesmo período do ano passado. Os turistas que vieram de São Paulo esperavam encontrar um cenário bem diferente. No começo do ano, havia água por todos os lados. Agora a seca assusta.

"Achei infelizmente uma coisa deprimente, porque a água é fundamental", disse o aposentado Nelson Fernandes

Segundo comerciantes, a procura de turistas já caiu pela metade. "Nós trabalhamos com a parte náutica, então nosso turismo cai em 50% aproximadamente. A gente pede que as autoridades controlem mais essa vazão e esse controle de energia que está se produzindo hoje, porque a represa já não tem mais condições de se produzir energia", disse o comerciante Aparecido Damião.

Represa Bortolan no limite máximo em imagem de janeiro deste ano (Foto: Márcio Louzada) Represa Bortolan no limite máximo em imagem de janeiro deste ano (Foto: Márcio Louzada)

Represa Bortolan no limite máximo em imagem de janeiro deste ano (Foto: Márcio Louzada)

A última vez que a represa registrou um nível como a de agora foi em 2014. Além de ser explorada pelo turismo, a represa serve para a geração de energia hidrelétrica e tem capacidade de armazenar um volume aproximado de 7 milhões de metros cúbicos de água.

"Agora entra chuvas em outubro, novembro e volta a encher a represa, senão nós estamos perdidos, não tem como vir pra cá sem estar com a represa cheia", completou Teixeira.

O Departamento de Energia afirma que está monitorando a represa, e que ainda não há o risco de racionamento. A previsão é de que possa chover somente daqui a uma semana.

Leia outras notícias da região no G1 Sul de Minas

  • Poços de Caldas

 

 

 

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