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POLÍTICA

Romoaldo acusa Silval de fazer “ilações” em troca de liberdade

 
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O deputado estadual Romoaldo Junior (PMDB) acusou o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) de fazer “ilações” em sua delação premiada firmada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e homologada no dia 9 de agosto pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Para o parlamentar, que foi líder de Silval na Assembleia Legislativa, o ex-gestor quis atingir toda a classe política de modo a “garantir” sua liberdade. Silval ficou preso por um ano e nove meses.

“Você está preso, sem previsão de sair, teve 10 anos de vida pública, é óbvio que começa a falar tudo. Eu acho que fizeram uma coisa para envolver todo mundo para conseguir a liberdade que ele queria. Eu acho que tem muitas verdades. Mas tem meias verdades e muita coisa que é ilação. Ele não vai conseguir provar tudo. Jamais. Ninguém tem tudo isso de prova”, afirmou.

Romoaldo negou a existência de uma espécie de “mensalinho” na Assembleia para apoio ao Governo. A propina consta na delação de Silval e também na confissão do ex-deputado estadual José Riva.

“Nunca teve. Até em depoimento eu falei isso. O que ocorria é que a Assembleia sempre ajudou, uma prática que era comum, mas hoje não se faz mais, por meio de assistência social. Cada gabinete é um escritório de assistência social. É ali que se pediu caixão, remédio, conta de luz, botijão de gás, comida. E a Assembleia sempre ajudou”, disse.

“Eu mesmo tinha um alojamento e quem pagava a conta era a Assembleia. Falei em juízo isso. Está errado? Sim, está, mas usei dinheiro público para o público. Hoje não se faz mais isso, porque o Ministério Público orientou. Se for condenar os deputados por isso, os 24 serão condenados”, afirmou.

Na delação de Silval, Romoaldo é apontado como o responsável por fazer a lista dos parlamentares que receberia o “mensalinho”.

O peemedebista afirmou que a lista que fazia era referente aos deputados que participariam de reuniões com Silval.

“Falaram que eu fazia lista, e fazia mesmo. Todo mês o Silval se reunia com os deputados, para saber quantos deputados iam, eu fazia uma lista. Fazia a lista, porque era o líder”, disse

“Eu estou aí. Sou o único que estou dando resposta para imprensa. E já disse que não me arrependo de nada que fiz na minha vida pública. Faria tudo de novo. Porque se tudo que fizemos aqui for errado, a população irá decidir”, afirmou.

“Candidatíssimo”

O deputado do PMDB disse não temer um eventual desgaste de sua imagem com a delação. Ao contrário de outros políticos que já avaliam deixar a vida pública, Romoaldo disse que é candidato à reeleição, na eleição de 2018.

“Eu? Candidatíssimo. Juiz registrou, eu estou pedindo voto. Gosto do que faço, me dedico. Estou há 35 anos na vida pública, não tenho fazenda, não tenho boi, não tenho rádio, televisão ou avião. Mas tenho uma coisa importantíssima que é o serviço prestado para a população”, disse.

“E tenho certeza que cada pesquisa que sair vai aparecer meu nome e se Deus e a Justiça me der oportunidade de disputar, com certeza, tenho chance de voltar”, completou.


Midia News

 

 

 

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