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Policiais do AP são orientados a usar coletes à prova de balas como prevenção a ‘ataques criminosos’

Recomendação foi expedida na quinta-feira 14 pelo Departamento de Polícia do Interior. Delegado confirmou documento, mas não quis falar sobre o assunto.

 

Uma recomendação expedida na quinta-feira (14) pela Polícia Civil do Amapá orienta policiais militares que atuam nas unidades do Departamento de Polícia do Interior (DPI) a usarem coletes à prova de balas em virtude da possibilidade de serem alvos de “ataques criminosos”.

O documento foi assinado pelo delegado Uberlândio Gomes, diretor do departamento. O memorando alerta para possíveis ações de bandidos. “Segundo informações do serviço de inteligência, nossas Unidades Policiais podem ser alvo de ataques de criminosos a qualquer momento”.

Procurado pelo G1, o delegado confirmou a recomendação, mas não quis detalhar sobre o assunto.

A Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp) também confirmou a orientação, mas ressaltou que o uso do colete balístico é uma norma comum na Polícia Civil. O órgão também não deu detalhes sobre o documento expedido pelo DPI.

Ataques

A Polícia Civil registrou no domingo (10) um furto na 2ª Delegacia de Polícia (DP) do município de Santana, a 17 quilômetros de Macapá. Três homens invadiram o local e tentaram levar o computador utilizado pela delegada titular Luiza Maia, com objetivo de comprometer os arquivos criminais.

Dois suspeitos foram presos em flagrante, um homem de 39 anos e uma mulher de 38. Eles foram encontrados próximos à DP com a tela de um computador, minutos após o furto. De acordo com a delegada, os criminosos não conseguiram levar uma arma e a CPU, equipamento que reúne informações armazenadas no computador.

Ainda em Santana, disparos por armas de fogo contra policiais militares foram registrados por volta de 21h do dia 9 de setembro. Eles estavam em uma guarita no Fórum de Santana. Nenhum deles ficou ferido, mas uma mulher que passava de carro em frente ao prédio foi baleada na perna.

O Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap) admitiu falhas na segurança. O titular da Sejusp, delegado Ericláudio Alencar não divulgou detalhes das investigações do caso, que ocorrem de maneira sigilosa.

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 -  Documento foi expediodo em virtude da possibilidade de serem alvos de “ataques criminosos”.  Foto: Reprodução
Documento foi expediodo em virtude da possibilidade de serem alvos de “ataques criminosos”. Foto: Reprodução
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