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Vazante dos rios pode ser a maior dos últimos cinco anos, em Santarém

Defesa Civil e secretarias municipais somam esforços no planejamento de ações preventivas e de socorro às famílias.

 
 -  Reunião na Defesa Civil para planejamento de ações preventivas para o período de estiagem  Foto: Divulgação/PMS
Reunião na Defesa Civil para planejamento de ações preventivas para o período de estiagem Foto: Divulgação/PMS

Para quem mora nas comunidades ribeirinhas de Santarém, oeste do Pará, nada é mais preocupante que os períodos de enchente e vazante dos rios Tapajós e Amazonas. O período atual é de vazante, e esta pode ser uma das maiores dos últimos cinco anos, se os rios continuarem baixando rapidamente.

Na sexta-feira (15), a régua de medição instalada no porto da Companhia Docas do Pará (CDP) em Santarém, marcou 3,35m. Na mesma data de 2016, o nível do rio era de 3,78m, ou seja, 43 centímetros a mais. Há cinco anos, em 15 de setembro de 2012, a régua da Agência Nacional das Águas (ANA), marcou 3,96m. Naquele dia, o rio Tapajós estava com um volume de água 61 centímetros maior em relação a mesma data de 2017.

A vazante acentuada também preocupa a Defesa Civil Municipal. "Comparando aos outros anos, neste, a estiagem está mais acentuada. Já temos pedidos de bombas e água de algumas comunidades. Nos anos anteriores, houve uma grande demanda de água", contou a coordenadora municipal de Defesa Civil, Laura Lopes.

Em anos de grande vazante, muitas comunidades ribeirinhas ficam isoladas, porque os canais de navegação secam. A dificuldade para conseguir água tratada e alimentos é motivo de grande preocupação. Pensando nisso, a Defesa Civil está montando um planejamento de ações preventivas para atender às famílias que devem ser atingidas.

Na sexta-feira (15), a Defesa Civil reuniu com representantes das secretarias de Educação e Agricultura, e Câmara de Vereadores, para discutir como cada órgão pode contribuir para o auxílio às famílias ribeirinhas.

Segundo o secretário de Agricultura, Bruno Costa, o ponto chave é o abastecimento de água que fica crítico. Para minimizar o problema, o município vai usar a estrutura das secretarias de Orçamento, Agricultura e Educação, na logística e também com pessoal.

Nos próximos dias, uma visita será realizada por representantes de cada uma das secretarias envolvidas no planejamento de ações preventivas, para levantar as reais necessidades das famílias atingidas pela vazante dos rios.

  • Santarém

 

 

 

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