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Detido durante a Operação '''Aurélio''', ex-secretário de Saúde de Uberaba não tem prisão ratificada

Fahim Sawan foi encaminhado à Delegacia de Plantão na última quinta-feira 14 e liberado no mesmo dia.

 

O ex-secretário de Saúde de Uberaba e ex-deputado estadual, Fahim Sawan, que foi detido durante a Operação "Aurélio", realizada na última quinta-feira (14), não teve a prisão ratificada na Delegacia de Plantão, sendo liberado no mesmo dia.

O delegado do plantão, Cyro Outeiro, contou ao G1 que ele não ratificou a prisão de Fahim, pois entendeu que não havia elementos suficientes de que o dinheiro aprendido tinha alguma ligação com o suposto ato ilícito de 2013/2014. Mesmo assim, o delegado instaurou um inquérito. O genro do ex-secretário foi ouvido, assinou um termo e foi liberado.

Buscas durante a Operação 'Aurélio'

A Operação "Aurélio" foi desencadeada na quinta-feira pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público (MPMG), Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Polícia Militar (PM) e Poder Judiciário (TJMG). A ação apura o desvio de verbas públicas da Secretaria de Saúde de Uberaba, nos anos de 2013/2014.

A operação foi um desdobramento de uma Ação Civil Pública (ACP) por Improbidade Administrativa. Conforme decisão judicial da 1ª Vara Cível da Comarca de Uberaba, foram empreendidas buscas em residências e empresas de Fahim e de outros três réus. A investigação começou no final de 2014, por meio de uma denúncia feito pelo conselheiro municipal de Saúde na época, Aurélio Luiz da Costa.

A ACP visa a condenação dos réus por improbidade administrativa e a restituição aos cofres públicos do prejuízo causado ao erário, desvio de dinheiro, do montante que supera R$ 4 milhões.

O objetivo da operação na quinta-feira foi a busca e apreensão de dinheiro em espécie, além de documentos, computadores, notebooks, celulares e outros eletrônicos que sirvam de possível prova da prática do crime. Veículos também foram apreendidos. Além disso, foi determinado o bloqueio eletrônico de numerários dos réus e das empresas em que tenham participação societária, para garantia de futura execução judicial.

"Durante o cumprimento destes mandados, deparamos com a prática de alguns crimes. Fahim Sawan e o genro dele, Thiago Brasil Tiveron, foram presos em flagrante delito pelo crime de lavagem de capitais, previsto na Lei 9.613. Thiago também foi preso por dificultar os trabalhos do Gaeco. A princípio, eles estão em cursos nestes dois crimes em razão do flagrante delito. Na residência de Fahim Sawan e também na posse do genro dele, foi apreendida grande quantidade de dinheiro em espécie", disse o promotor do Gaeco, Paulo César Freitas, na quinta-feira.

  • Uberaba

 

 

 

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