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Presidente da ALMT diz que plenário vai analisar prisão de deputado antes de convocar suplente

Deputado Gilmar Fabris foi preso pela PF por suposta obstrução à Justiça. Ele aparece em vídeo de delação feita à PGR reclamando de valor de suposta propina.

 
 -  Presidente da ALMT, Eduardo Botelho  PSB  disse que plenário deve votar sobre manutenção de prisão do deputado Gilmar Fabris  PSD   Foto: Marcos Lope
Presidente da ALMT, Eduardo Botelho PSB disse que plenário deve votar sobre manutenção de prisão do deputado Gilmar Fabris PSD Foto: Marcos Lope

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Eduardo Botelho (PSB), afirmou que o plenário deve votar se a prisão do deputado estadual Gilmar Fabris (PSD), pela Polícia Federal, nesta sexta-feira (15), será mantida. A Casa de Leis aguarda a comunicação oficial da PF sobre o caso para, então, convocar os deputados para uma reunião ordinária ou extraordinária.

"O plenário pode sustar o decreto da prisão. Vamos colocar a prisão em votação, para saber se ela será mantida ou não", disse.

Gilmar Fabris teve a prisão determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, por suposta obstrução à Justiça no âmbito da Operação Malebolge, deflagrada na quinta-feira (14) para investigar esquema de propina no governo de Mato Grosso, crimes financeiros e lavagem de dinheiro. A decisão também determina o afastamento dele do cargo.

Fabris aparece em um vídeo entregue à Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB) insatisfeito com o valor de uma suposta propina. Em nota, Gilmar Fabris negou ter agido para destruir provas ou obstruir a Justiça. Ele se entregou à Polícia Federal, acompanhado de seus advogados, na tarde de hoje.

De acordo com o presidente do Legislativo, se os deputados votarem pela suspensão da prisão de Fabris, isso não interfere na determinação do STF para que o deputado permaneça afastado da Assembleia Legislativa.

"Assim, iremos consultar o STF para saber sobre o prazo do afastamento. Se essa decisão de afastamento não for revogada, possivelmente teremos que convocar o suplente. Agora, caso o plenário vote pela manutenção da prisão, o suplente deverá ser convocado imediatamente", disse.

Imagens mostram insatisfação de deputado por valor que recebeu de propina

Imagens mostram insatisfação de deputado por valor que recebeu de propina

Vídeo de Silval

No vídeo que Silval entregou como provas materiais no acordo de delação premiada, Fabris reclama do valor entregue pelo ex-chefe de gabinete. Ele questiona Silvio Cezar Corrêa, que era responsável pelo pagamento de propina e outras vantagens indevidas a políticos durante a gestão de Silval Barbosa, sobre os R$ 100 mil que seriam pagos a ele.

Segundo Silval Barbosa, Fabris é um dos sete deputados estaduais que, entre 2012 e 2013, o procuraram e exigiram dinheiro de propina de obras da Copa do Mundo de 2014 e do programa MT Integrado para aprovar as contas do Executivo durante a gestão dele.

Para o apoio, cada deputado teria cobrado R$ 1 milhão e, após muitas negociações, o ex-governador afirmou que os deputados aceitaram receber R$ 600 mil em propina cada, que foram pagos em 12 parcelas.

Na conversa com o então chefe de gabinete, que era considerado homem de confiança de Silval Barbosa, Fabris pergunta quanto os outros, possivelmente se referindo a outros deputados, iriam receber e Sílvio diz que os outros receberiam R$ 50 mil, mas promete a entrega do restante em outro dia.

  • Cuiabá

 

 

 

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