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POLÍCIA

GCCO investiga terceiro caso de tentativa de rapto de criança em menos de uma semana

 
Mais uma suposta tentativa de rapto de criança foi registrada neste final de semana em Várzea Grande. Este seria o terceiro caso do tipo em menos de uma semana na Capital e região metropolitana. Na ocasião, uma moradora do bairro Jardim União estaria na calçada de sua casa com seu filho, de aproximadamente três anos, quando uma mulher de pele e cabelos claros desceu de um veículo Celta, de cor preta, e se aproximou deles rapidamente.

De acordo com a Polícia Civil, todas as denúncias estão sendo investigadas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), no entanto, até o momento, nenhuma delas foi comprovada. Neste último caso a mãe, que alegou estar muito abalada para prestar depoimento, deverá ser ouvida na terça-feira (18), pelo delegado responsável pela apuração, Diogo Santana

O primeiro registro semelhante foi feito por Dábila Fanelli, mãe de um bebê de três meses, na última segunda-feira (10). Por meio de um vídeo postado no Facebook ela conta ter sido perseguida com o bebê ao sair do Posto de Saúde da Família (PSF) do bairro da Manga, em Várzea Grande.

Eu estava saindo de casa pra levar o Oliver pra vacinar e fui seguida por um carro branco, com o vidro todo escuro fumê. Esse carro branco parou do lado do carrinho, e ficou olhando pro carrinho do Oliver, eu estava sozinha com ele. Antes de chegar ao CRAS esse carro, novamente, com uma mulher loira, parou na frente do carrinho do Oliver e pediu pra tirar ele do carrinho, que ia levar ele embora. Eu peguei, segurei o Oliver no colo e falei pra ela que não, e daí veio um pessoal me ajudar”, relatou.

O segundo caso teria acontecido no Shopping Poular, no dia seguinte. A mãe de uma menina, que não teve a identidade divulgada, disse que estava em uma banca acompanhada de sua filha, quando foi abordada por dois homens bem vestidos, vendendo balas. Depois de recusar, colocou a criança no chão para poder testar um aparelho. Na sequencia, a menina se distraiu em outra banca nas proximidades.

"Eu fiz um sinal para a criança, vem aqui na mamãe e o cara entrou na minha frente e ficou insistindo para que eu comprasse as balas. Eu falei não moço, muito obrigada e quanto mais eu inclinava para ver a Alice, mas ele entrava na frente", contou a mulher.

Pouco depois, um dos desconhecidos pegou a criança no colo e saiu do prédio. Percebendo a ação ela foi atrás, e, quase foi impedida pelo “cúmplice’. Um vendedor é quem teria auxiliado a mulher, já do lado de fora do shopping, no resgate da criança.

Olhar Direto

 

 

 

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